Casal americano já gastou R$ 366 mil em missão para fazer sexo em todos os países

Kaylee Killion, de 29 anos, e Cody Nelson, de 32, já visitaram cerca de 20 destinos e estimam que o projeto pode levar a vida inteira para ser concluído.

Viajar ganhou um novo significado para o casal de americanos Kaylee Killion, de 29 anos, e Cody Nelson, de 32. Eles transformaram suas viagens em um projeto a dois com uma meta pouco convencional: fazer sexo em todos os países que visitam. A jornada já os levou a cerca de 20 destinos e consumiu quase todas as suas economias. Segundo Kaylee, os dois já desembolsaram aproximadamente 52 mil libras esterlinas, o que equivale a cerca de R$ 366 mil, desde o início do projeto. O casal compartilha registros dos deslocamentos em suas redes sociais, onde a experiência se tornou parte do conteúdo que publicam. "Tínhamos cerca de 70 mil dólares guardados antes de começarmos a viajar pelo mundo e basicamente gastamos tudo. Tive até que vender meu carro para termos mais dinheiro antes de irmos para a Europa.

Basicamente, gastamos todas as nossas economias para poder viajar", revelou Kaylee. A ideia surgiu pouco depois de o casal começar a namorar. Kaylee, natural de Phoenix, nos Estados Unidos, já havia morado no México e sugeriu que se mudassem para Tulum. A mudança de vida evoluiu para um plano de explorar outros lugares. Após um período no México, eles percorreram a Europa em um trailer, momento em que a viagem ganhou o propósito de aliar a intimidade do casal ao conhecimento de cada novo local. Desde então, Kaylee e Cody já passaram por países na Europa e Ásia, além de destinos no Caribe, México, Costa Rica e Canadá. Cada parada representa mais um passo na lista que pretendem continuar a preencher nos próximos anos.

Apesar do empenho, os americanos estão cientes de que completar o objetivo pode levar muito tempo. "Provavelmente levará a nossa vida inteira, porque só podemos viajar por cerca de três meses por ano. Muitos países também exigem vistos que podem demorar meses para serem aprovados", explicou Kaylee. Para o casal, o projeto está menos focado em uma corrida para visitar o maior número de destinos e mais na forma como decidiram viver a vida a dois em uma contínua experiência de viagem. O passaporte serve como um registro da meta, enquanto as redes sociais documentam o percurso.

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