Presidente do STF atua para alinhar procedimentos após decisão sobre prorrogação e início da contagem dos votos
O ministro Edson Fachin, presidente do STF, atua para solucionar um impasse estabelecido entre o Tribunal Superior Eleitoral e o ministro Cristiano Zanin. O cenário decorre de desencontros nos procedimentos adotados após a apresentação de um pedido de prorrogação no processo eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral recebeu a solicitação de extensão de prazo, mas não chegou a deliberar ou adotar qualquer medida sobre o assunto.
Paralelamente, o presidente do STF também foi acionado com o mesmo pedido, realizando a distribuição formal do caso para o ministro Cristiano Zanin por volta das 16h40. Com o processo sob sua responsabilidade, Zanin decidiu aprovar a prorrogação no momento em que a apuração dos votos já estava em fase inicial. Essa sequência de acontecimentos envolveu a postura inicial de Kassio Nunes Marques e o tempo transcorrido para a atuação de Fachin, gerando divergências institucionais de entendimento.
Diante do quadro instaurado, um dos ministros indicou que a alternativa considerada mais viável consiste em manter a apuração temporariamente pausada. Por essa fórmula de encaminhamento, as urnas que se encontram abertas continuam em funcionamento, enquanto as que já foram encerradas permanecem fechadas. O objetivo dessa proposta é viabilizar a apuração total e unificada dos votos a partir das sete horas, encerrando a indefinição gerada ao longo da tarde.