Com 294,1 onças troy, a "Alaska Centennial Nugget" foi descoberta por Barry Clay em 1998 e mudou a trajetória do minerador, que se tornou uma referência no setor.
O garimpeiro Barry Lloyd Clay, morador da cidade de Palmer, no Alasca, entrou para a história em 1998 ao realizar a maior descoberta de ouro já registrada no estado. Durante um trabalho de extração no riacho Swift Creek, próximo à localidade de Ruby, Clay desenterrou uma pepita de 294,1 onças troy. O achado foi oficialmente batizado como "The Alaska Centennial Nugget" e, até hoje, permanece como o maior espécime de ouro nativo encontrado na região. A descoberta ocorreu no distrito minerador de Ruby-Poorman, uma área conhecida por sua atividade extrativa.
Após a descoberta histórica, Clay redefiniu sua carreira no setor. Em 2007, ele passou a operar um acampamento de mineração voltado para turistas, permitindo que visitantes pudessem garimpar ouro em suas áreas de concessão, transformando a mineração também em uma atração turística. A trajetória de sucesso e a contribuição de Clay para a mineração de aluvião no Alasca foram reconhecidas oficialmente. Em 2010, durante a convenção anual da Alaska Miners Association, o Departamento de Recursos Naturais do Alasca concedeu a ele o prêmio de Minerador do Ano.
Com o reconhecimento, Barry Clay passou a atuar como consultor para diversos projetos de mineração de aluvião no estado. Segundo informações da época, ele mantinha planos de continuar suas próprias operações de extração no distrito de Ruby-Poorman.