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Escola de Barueri planta ipê-amarelo em memória de aluna de 14 anos

Giovanna Frige Chiasini, que faleceu em abril por complicações de lúpus, foi homenageada por colegas e professores da EMEF Elvira Lefevre Salles Nemer, no Jardim Belval

Redação O Informantte·09/06/2026, 22:35·1 min de leitura
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Escola de Barueri planta ipê-amarelo em memória de aluna de 14 anos

A comunidade da EMEF Elvira Lefevre Salles Nemer, em Barueri, prestou uma homenagem à estudante Giovanna Frige Chiasini, de 14 anos, que faleceu em abril deste ano. Aluna do 9º ano e moradora do Jardim Belval, a adolescente foi vítima de complicações causadas pelo lúpus, uma doença autoimune.

Em uma cerimônia realizada na última quarta-feira (3), a escola plantou uma muda de ipê-amarelo em seu pátio, perto do portão de entrada. A iniciativa, organizada pela direção da unidade, buscou eternizar a memória de Giovanna e conscientizar sobre a doença.

A ação foi idealizada pelo professor Agnério Néri Ferreira, com apoio do colega Geovani Barreto Santos, conhecido como professor Jéba. A escolha da árvore foi simbólica. “Optamos pelo ipê-amarelo por ser uma das árvores mais representativas do país. Ela tem oito anos e mais de três metros de altura. Em setembro, quando voltar a florescer, será também uma forma de lembrarmos da Giovanna”, explicou Agnério.

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O evento contou com uma apresentação musical dos professores Agnério Néri Ferreira e João Francisco Bruno de Jesus, que tocaram a canção “Hino à Árvore”, do educador Arnaldo de Oliveira Barreto. O plantio foi realizado com a participação de Marianna Gabrielle Ramos Silva, mãe de dois alunos, que representou as famílias da escola.

Familiares da estudante, incluindo seus irmãos Gianlucca e Manuella, estiveram presentes. A mãe de Giovanna, Bruna Frige Chiasini, não pôde comparecer por motivos emocionais, segundo a organização.

O lúpus é uma doença inflamatória crônica em que o sistema imunológico ataca tecidos saudáveis do próprio corpo. Conforme a Sociedade Brasileira de Reumatologia, o Brasil tem entre 150 mil e 300 mil pessoas com a doença. Os sintomas mais comuns incluem fadiga, dores articulares, manchas na pele e febre. Embora não tenha cura, o tratamento adequado permite o controle dos sintomas e a melhora na qualidade de vida. Cerca de 90% dos casos ocorrem em mulheres, principalmente jovens.

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