Uma expedição internacional de pesquisadores registrou a presença de duas lulas-gigantes-de-barbatana-grande, do gênero Magnapinna, consideradas um dos exemplares mais raros e pouco conhecidos pela ciência. O flagrante ocorreu nas profundezas do Oceano Atlântico.
Os animais foram encontrados na Zona de Fratura dos Doldrums, uma área localizada ao norte da linha do Equador. A região fica a cerca de 1,3 mil quilômetros da costa do Nordeste brasileiro.
O avistamento só foi possível graças ao uso de um veículo submarino operado remotamente, conhecido pela sigla ROV. As lulas estavam a uma profundidade de aproximadamente 4,3 mil metros.
A descoberta foi realizada durante uma expedição norte-americana de 35 dias, conduzida pelo Schmidt Ocean Institute. O fato de a biodiversidade no local do encontro ser ainda pouco explorada torna o achado ainda mais significativo para a comunidade científica.







