A determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de acolher o pedido da Polícia Federal (PF) para cancelar os passaportes do senador Flávio Bolsonaro (PL) gerou críticas internas entre ministros do STF e também entre ministros do presidente Lula (PT).
Integrantes do governo e magistrados da Corte avaliaram que a Polícia Federal e o ministro Alexandre de Moraes colocaram gasolina em uma fogueira que já perdia força. A visão manifestada nos bastidores aponta que o momento ideal exigiria esperar alguns dias antes da aplicação de medidas restritivas.
Em conversa reservada, um ministro do STF declarou que não teria tomado essa decisão e afirmou que a situação vai gerar comparações com o caso de Lulinha, que está na Espanha.










