O Palmeiras investiu US$ 100 mil, valor equivalente a R$ 507 mil, para instalar a tecnologia de impedimento semiautomático na Arena Barueri. O estádio é frequentemente utilizado pelo clube quando sua arena principal, o Nubank Parque, está reservada para shows e outros eventos.
A iniciativa de arcar com os custos partiu do próprio clube, uma vez que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) financiou a implementação do sistema nos demais estádios da Série A, mas deixou a Arena Crefisa Barueri a critério do Palmeiras. O local é administrado pela empresa da presidente do clube e funciona como uma alternativa para os jogos do time fora da capital.
O investimento total da CBF para equipar os outros estádios da primeira divisão foi de R$ 9,6 milhões. A entidade determinou que, a partir da 20ª rodada da Série A, todas as partidas deverão contar com a nova tecnologia. Com isso, qualquer clube que deseje mudar o local de um jogo terá que escolher um estádio que já possua o sistema instalado.
A medida da CBF busca ampliar o acesso à tecnologia, diminuir os erros de arbitragem e impedir que equipes mandantes transfiram seus jogos para estádios sem o recurso. O sistema de impedimento semiautomático utiliza um conjunto de câmeras para identificar os jogadores, calcular a linha de impedimento e determinar o ponto exato do passe, gerando uma animação para auxiliar a equipe de arbitragem.
Segundo a fonte, o equipamento conta com a "tecnologia do iPhone". Apesar do auxílio tecnológico, a decisão final sobre o lance continua sendo de responsabilidade da arbitragem em campo. O objetivo é evitar dúvidas e erros claros, corrigindo problemas que persistiam mesmo com o uso do VAR.
Com o investimento, o Palmeiras garante que sua segunda casa em Barueri esteja apta a receber os jogos da temporada, especialmente quando o Nubank Parque, que também recebeu a tecnologia custeada pela CBF, estiver indisponível.








